20/07/2017

Cadê meu Fone? #8


Eu ando uma pessoa muito musical ultimamente, cheia de conhecer bandas novas e escutar algumas coisas não-tão diferentes do que costumava ouvir, mas sim dando chance para outras que antes passava reto. Então resolvi mostrar para vocês quais são as últimas bandas que passei a ouvir (não necessariamente que conheci recentemente).

17/07/2017

Top 5: Jake Gyllenhaal

google imagens
Há alguns anos eu descobri essa criatura maravilhosa criada pelo divino chamado Jake Gyllenhaal. Ele fazia uns filmes mais ou menos e até umas comédias bobas, até que seu talento passou a ser reconhecido pela industria e ele passou a estrelas filmes realmente bons que agradam aqueles cinéfilos mais chatos. Por gostar tanto dele resolvi fazer um top 5 (ai que dor ter que escolher apenas 5) filmes com ele que eu amo. Vou tentar deixar na ordem do que gosto mais para aquele que gosto menos, mas não subestimem nenhum.

13/07/2017

The Flash Book Tag


Faz muuito tempo que não posto uma tag por aqui, então pedi indicação dazamiga para fazer alguma e a Sammy me mandou essa que ela mesma criou. The Flash Book Tag consiste em responder algumas perguntas inspirada nos personagens principais da série Flash no meio literário. Bom, eu nunca vi a série mas como a tag é legal vou tentar responder certinho. :3

10/07/2017

Resenha: Meu Coração e Outros Buracos Negros


Título: Meu Coração e Outros Buracos Negros
Autor(a): Jasmine Warga
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 312

Um tema amargo, mas necessário. Em Meu coração e outros buracos negros, a estreante Jasmine Warga apresenta aos leitores um romance adolescente que aborda, de forma aberta, honesta e emocionante, o suicídio. Aysel, a protagonista, enfrenta problemas com a família e os colegas de escola, como tantos jovens por aí, e, aos 16 anos, planeja acabar com a própria vida. Mas quando ela conhece Roman num site de suicídio, em busca de um cúmplice que a ajude a planejar a própria morte, num pacto desesperado, a vida dos dois literalmente vira de cabeça para baixo. Aos poucos, Aysel percebe que seu coração ainda é capaz de bater alegremente. E ela precisará lutar por sua vida, pela vida de Roman e pelo amor que os une, antes que seja tarde.

Tinha algum tempo que eu queria ler esse livro pois sempre achei a capa e o titulo super fofinho, e como uma boa amante de YA que sou o livro já havia me pegado também pela sinopse. O que eu não esperava encontrar era uma história tão bonita em meio a todo o caos que é a vida da protagonista.

Aysel tem 16 anos e carrega para si o peso da culpa por algo que ela não fez, mas acredita de todas as formas que ela tem parte de culpa pelo que houve. Tenho certeza que todo mundo já se sentiu assim em algum momento da vida e imagina como deve ser esse sentimento na fase mais confusa de uma pessoa (a adolescência, caso você não tenha percebido). Ela se sente triste, sozinha e julgada por sua família e colegas de escola (não amigos, pois isso ela não tem) e a cada dia que passa isso a consome mais e mais. A personagem descreve isso como uma lesma negra que vai sugando tudo dela. Sim, claramente ela tem depressão mas nunca procurou ajuda e acredita que a unica solução para si é a morte. O problema é que é muito difícil fazer isso sozinha e é por isso que ela sempre visita um fórum de suicídio (onde pessoas encontram parceiros para concretizar o ato) na esperança de encontrar alguém que possa fazer isso com ela e é a partir daí que a história começa, com uma contagem regressiva até o dia em que Aysel e Roman (seu parceiro) finalmente vão poder concretizar o que tanto desejam: se matar.

05/07/2017

Resenha: Perdido em Marte


Título: Perdido em Marte
Autor(a): Andy Weir
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
Resenha feita para o blog pobre Leitora
Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

Tá difícil começar essa resenha, mas vamos lá: Aposto que assim como eu você não é uma pessoa habituada a ler ficção científica é justamente por isso vai ter um pouco de preconceito com este livro. Digo apenas uma coisa: pare. Perdido em Marte é simplesmente um dos melhores livros do gênero que eu tive a oportunidade de ler e com certeza ira te divertir tanto quanto me divertiu. Ele é engraçado, apesar de algumas especificações técnicas o autor se preocupou em deixar a linguagem o mais popular justamente para que pessoas leigas possam entender o que está acontecendo com Mark o tempo todo. Por mais que seja um gênero que eu não tenho muita intimidade a leitura fluiu muito bem e eu ficava com raiva quando tinha que interromper a leitura para trabalhar.

03/07/2017

Filme: Antes que eu Vá


Título: Before I Fall
Direção: Ry Russo-Young
Leia a resenha do livro clicando aqui

Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida: beleza, namorado, amigos. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia da morte de Sam. Segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.






Adaptação literária é sempre um assunto polemico e geralmente desagrada a todos. Há alguns anos eu li Antes que eu Vá e gostei bastante do livro. Escrevi uma baita de uma resenha para a semana Fale! que a editora Valentina havia promovido e fiquei aguardando a adaptação que já havia sido anunciada naquela época. Como demorou algum tempo até sair o filme eu confesso que me esqueci de muitos detalhes que tem no livro e que possam ter faltado no filme, mas independente disso eu achei a adaptação bem bacana.

Todos os principais elementos mostrados no livro estavam ali. O dia de Sam repetindo várias e várias vezes, e ali sendo mostrado que foram realmente muitas vezes a cada vez que ela acordava. Deu aquela impressão de loop infinito tipo aquele final do episódio de Natal de Black Mirror, sabe?

30/06/2017

Resenha: O bom do Amor


Título: O Bom do Amor
Autor(a): Laís Soares e Chris Melo
Editora: Fábrica 231
Páginas: 88

“O bom do amor é aumentar o volume do rádio quando a música preferida do outro toca.” “O bom do amor é gostar de dormir agarradinho no inverno e saber dividir o ventilador no verão.” “O bom do amor é apreciar cada qualidade, mesmo rodeada de defeitos.” O bom do amor reúne tirinhas de Chris Melo, autora de romances de sucesso entre o público feminino, e aquarelas de Laís Soares que retratam, de forma delicada, sincera e bem-humorada, os pequenos gestos que dão real significado a palavras como companheirismo e cumplicidade na vida de um casal. A cada página, o leitor encontra uma tirinha mostrando uma situação do dia a dia que comprova que o amor – e a felicidade – está nos pequenos prazeres do cotidiano.

Qual é o bom do amor para você? Pergunte a uma criança e ela poderá te dizer que é ganhar um sorvete num dia de calor. Pergunte ao seu namorado e ele poderá dizer que é passar um dia assistindo Netflix e comendo batata frita. Pergunte a sua mãe e ela irá dizer que é todos os dias poder olhar para essa sua carinha linda. Haha! Não importa a resposta, sempre será algo fofo e que fara alguém dizer oun. E foi bem assim que eu fiz quando li esse pequeno livro e vi as ilustrações.